28 de mai de 2012

Bula andarilus poetics


 

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Visitar lugares: dor, amor,  medo, loucura e desejo três vezes ao dia.
Evitar casa ou abrigo onde possa se abrigar das intempéries dos acontecimentos. 
 Apenas gazear por ali sempre em doses homeopáticas.
Cada passo, pisada, vício e vacilo deve ser na superfície.
Evitar o profundo e negar as alturas.
Permitir a enchente nos olhos entre teus estranhos e aqueles conhecidos já esquecidos.
Ser um poeta, SER UM visitador.


RVC

Rio, deus Castanho.

21 de mai de 2012

Série: falações sobre um inverno porvir III






O verbor(t)rágico  principia o ainda incriável criado.
Falar-se (r), desfalar-se (r).
Escrever-se (r), descrever-se (r)
Literatizar mundos com bocas e mãos,
desnomear o nomeavél.


RVC

Rio, deus Castanho.

14 de mai de 2012

Série: falações sobre um inverno porvir II



Esquizo poemas, poemas esquizos,
Há muitas vozes no pra fora da fissura. Basta ir além de si-aqui.
Não ser nenhuma voz e habitar uma fala   doméstica.
                                   

Comer um corpo poetado.     

RVC

Rio, deus Castanho.

10 de mai de 2012

Série: falações sobre um inverno porvir I



Para re(con)ceber um amigo (re)vindo
Faltavam as ficções entre as mentiras libertas
Dum amigo (re)vindo .
Um dia de trabalho
Ou
38
Servidões compraram as ficções, servidas.
As as seis e o café  Borges se mudou para a minha a biblioteca.

RVC

Rio, deus Castanho.

Olhar Vatiano

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